O mundo segundo os portugueses

Afonso Pinheiro, Consultoria, Mckinsey, entre Portugal e Madrid

 O que o levou a pensar sair do país?      

Pensei sair porque procurava um mercado maior, com mais players e mais inovação. Alguma coisa mais concorrência, onde pudesse aprender sobre novos temas, ganhar novas perspetivas do mundo e evoluir profissionalmente.

Qual deve ser a base da estratégia de quem quer arranjar trabalho fora do país?

Penso que há duas formas: 1) candidatar-se diretamente e para isso é importante já ter certificados de línguas. 2) entrar em Portugal numa empresa internacional, e procurar oportunidades de mobilidade.

Quais foram os maiores desafios que encontrou?

A adaptação a novas rotinas e métodos de trabalho a que não estava habituado e, noutro plano, estar longe de família e amigos.

A oportunidade que vive lá fora foi importante para a progressão profissional?

Não tenho qualquer duvida sobre o nível de importância. Portugal é um país muito pequeno e estar lá fora permite conhecer um mercado enorme e novas formas de trabalhar e pensar que serão úteis para a vida.

Vê a experiência internacional como essencial para o mercado de trabalho actual?

Sim, num mercado global não faz sentido ficar fechado e limitado, nomeadamente em fases mais iniciais da carreira em que há um mundo de informação para conhecer e integrar.

Sente que é mais valorizado em Portugal, por ter experiência internacional?

Neste momento isso não se aplica, mas acredito que parte do nosso mercado destaca quem traz coisas novas e pode acrescentar valor às empresas.

 

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